O desempenho das escolas
públicas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do ano passado ficou grande
parte abaixo da média nacional: 91% das unidades (7.793 de 8.732) tiveram média
inferior a 515,8. Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, o caso das
particulares é inverso: apenas 17% (1.061 das 6.266) tiveram notas abaixo dessa
média. Na Bahia, o índice de escolas com notas abaixo da média é superior à
média nacional tanto considerando a rede estadual (95%), quanto à rede privada
(19%). O estado, no entanto, não está entre os estados com os piores
resultados: está em 18º, considerando a rede pública, e em 13º da lista da rede
privada. Três estados tiveram 100% das notas inferiores à média nacional:
Amapá, Mato Grosso e Tocantins.
Nenhuma escola baiana está
entre as mais bem colocadas do ranking geral, que é liderado pelo Objetivo
Colégio Integrado, que obteve média 763,66. Das escolas públicas, a mais
bem-posicionada é o Colégio Aplicação da UFV Na listagem que reúne as escolas
com índice socioeconômico muito alto, aparece o Colégio Militar de Salvador, em
4º lugar entre as escolas públicas, com média 662,25, a maior do estado.
A Bahia volta a aparecer
entre as dez melhores com índice socioeconômico médio-alto: a Escola Djalma
Pessoa (Sesi) está em 8º lugar no cômputo geral e em 7º entre as privadas. O
Instituto Federal Baiano de Senhor do Bonfim, no norte do estado, lidera o
ranking das escolas com indicador de nível socioeconômico médio-baixo. No nível
sócio econômico baixo, escolas estaduais baianas ocupam a 1ª , 3ª, 7ª, 8ª, 9ª e
10ª posições na lista das dez melhores dessa categoria.

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