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terça-feira, 1 de novembro de 2016

Preço do gás de cozinha pode ficar mais caro



Nessa terça-feira (1º) a Petrobras informou que os contratos de fornecimento do GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), o gás de cozinha, foram cancelados. De acordo com a estatal, foram reduzidos alguns subsídios dados às distribuidoras e possivelmente o preço do botijão será alterado. 

A decisão da alteração no preço será tomada pelas distribuidoras e revendedoras que absorverão o aumento causado pelo fim do incentivo, ou repassarão o preço aos consumidores. 

Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou que desconhece eventuais impactos nos custos das suas associadas ou mesmo em suas políticas de preços. Por isso, considera cedo e irresponsável falar em impacto no varejo, já que o preço do GLP é livre, não sujeito a tabelamentos, cabendo ao consumidor final pesquisar o melhor serviço e preço. 

Em relação aos cortes feitos, a Petrobrás justifica que a decisão teve que ser tomada para “melhor refletir custos de logística que tipicamente deveriam por elas ser cobertos, mas que eram suportados pela companhia".  Mesmo afirmando que não fez qualquer mudança na tabela de preços do botijão, a Petrobras estimou que o impacto sobre os preços do botijão de 13 kg - referência para uso residencial - é de R$ 0,20 por unidade, na média do país. 

"Isso representa 0,36% no preço de um botijão que custe R$ 55, por exemplo. De acordo com cálculos internos, o impacto máximo, desconsiderando a média nacional, não ultrapassará R$ 0,70 por botijão em nenhum ponto do país." Afirma a Petrobras. 

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